Mercado Municipal de Barcelona

 

Aprendiz de Cozinheiro – Separar, Viajar e… Cozinhar na França e na Itália

Dois problemas atormentavam o jornalista Bob Spitz: seu longo casamento tinha chegado ao fim e a crise dos 50 batia à sua porta.

Sozinho e sem saber o que fazer, ele resolve dedicar-se por um bom tempo a uma de suas grandes paixões: cozinhar!! Para isso, Bob atravessa o Atlântico e parte rumo à França e à Itália, se inscrevendo nas melhores escolas de culinária desses dois países, onde teve aulas com grandes chefs e aprendeu dicas e truques que fizeram a diferença em sua vida.

E nesse livro “Aprendiz de Cozinheiro – Separar, Viajar e… Cozinhar na França e na Itália”, ele compartilha com todos nós os seus aprendizados nesses lugares lindos que possuem uma culinária fantástica!

Ele teve aulas tanto nos restaurantes mais chiques e famosos de Paris quanto em pequenas cozinhas das charmosas casas dos vilarejos do interior da França, portanto, nesse livro, você vai achar desde como fazer uma simples omelete de dar água na boca como pratos maravilhosos e sofisticados.

Durante tudo isso, Bob visitou regiões como a Provença, a Borgonha, a Toscana, lugares maravilhosos e famosos por sua gastronomia. Ah, quem não se rende à cozinha italiana?

Enquanto nos ensina (quase) tudo o que aprendeu por aquelas bandas, o autor releva como essa aventura o ajudou a superar a angústia e a desilusão amorosa, além de reencontrar o rusmo da sua vida – e de sua cozinha!

Super achei que esse livro tem tudo a ver com o blog, porque o nosso objetivo aqui é tanto dar receitas para quem não sabe nada de cozinha quanto para quem já sabe e quer receitas mais aprimoradas!!! Quem ler o livro, com certeza, vai se identificar logo de cara!!! Muito bom, recomendado!!!

O preço médio varia entre R$ 29,90 e R$ 39,90 (pesquisado nas lojas da Livraria Cultura, Submarino, Americanas, Siciliano, Saraiva e Fnac, no dia 29/03/2011),

Espero que tenham gostado da dica!
Super beijos e até semana que vem.

Carne com Batatas (Picadinho)

 

 

Buenas povo…

Fim de semana com as crianças é sinônimo de comida de verdade e até meio saudável. Fazer o que né…

Apesar de já estarem estragando meu filho com besteiras (às vezes estrago também), tento não fazer isso. Como ainda não dá para estragar a minha menina e a mãe dela não mandou a comida dela, tive que fazer algo bom para os dois.

Mas aí bateu aquela preguiça… Tinha que achar algo rápido e fácil…

Ai surgiu a Carne com batata e cenoura

  • óleo suficiente para cobrir o fundo da panela
  • 1 kg de coxão mole em cubos
  • 4 dentes de alho amassados
  • 1 cebola picadinha
  • 1 tabletes de caldo de carne
  • 1/2 kg de batata descascada e picada
  • 2 cenouras em rodelas
  • Sal à gosto

preparo

  1. Em uma panela, aqueça o óleo
  2. Coloque a carne e não mexa pra não soltar água
  3. Vá virando conforme for fritando e formando uma casquinha
  4. Coloque água aos poucos
  5. Acrescente o caldo de carne, o alho e a cebola
  6. Adicione mais um pouquinho de água e deixe ferver
  7. Quando formar um caldo grosso, e a carne estiver macia, adicione a batata e a cenoura
  8. Deixe a batata e cenoura cozinhando
  9. Se necessário, adicione sal.

Espero que gostem!!!!

Mjadra (Arroz com Lentilhas)

Mais uma delícia pra vocês. Nesse dia eu estava inspirada. Como estamos numa onda meio saudável, tenho sempre pensado em refeições que sejam gostosas e nutritivas. Tem culinária mais nesse nipe do que a culinária das “Arábias”? Eu amo, amo! Kibes, Esfihas, Kaftas e a Mjadra!

Já postei aqui o Tabule… o próximo séra os charutos de repolho deliciosos que fiz pra acompanhar esse arroz, que de acompanhamento não tem nada!

 

Ingredientes Cebola Frita

  • 4 cebolas fatiadas em rodelas finas
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 1 colher de sopa de óleo

Mjadra

 

Preparo Cebola Frita

Em uma panela bem grande coloque o óleo, as cebolas e leve ao fogo médio. Mexa de vez em quando para não grudar nem queimar a cebola.

Frite até as cebolas estarem com aspecto caramelado. Leva em média 30 a 40 minutos. Parece demorado, mas vale a pena no final.

Mjadra

 

Ingredientes Mjadra

  • óleo suficiente para cobrir o fundo da panela
  • 3 dentes de alho amassados
  • 1 e 1/2 xícaras de arroz lavado e escorrido
  • 1 xícara de lentilha (deixe de molho duas horas antes)
  • Sal à gosto

 

Mjadra

Preparo Mjadra

Leve o óleo e o alho ao fogo até dourar. Junte metade da cebola que já estava frita e o arroz. Frite por 5 minutos.

Adicione a lentilha e o sal. Coloque água suficiente para cobrir (2 dedos acima). Cozinhe com tampa semi-fechada e fogo baixo, até que a lentilha esteja macia.

Coloque o restante da cebola por cima do arroz.

E aí? O que achou? Faz e me conta!

São Paulo – Memória e Sabor

Quem me conhece, sabe o quanto eu sou doida pela cidade de São Paulo! A história, os lugares, as pessoas, o entretenimento, tudo isso e mais um pouco faz com que eu não troque esse lugar por nenhum outro no mundo inteiro. Embora eu não more na cidade de São Paulo (moro no ABC Paulista), trabalho na capital, sempre que faço alguma coisa é por aqui, minha vida gira em torno dessa cidade perfeitamente agradável, que apesar de sua violência, congestionamento e medos, faz com que seja ótima para se morar, trabalhar, se divertir, fazer turismo…

E foi em uma livraria (na Avenida Paulista… São Paulo!!!) que eu vi esse livro e ali mesmo folheei, devorando todas as páginas rapidamente com o olhar, e anotando na minha lista de ‘desesperadamente desejados’! Quero lhes apresentar…

São Paulo – Memória E Sabor

São Paulo é conhecida pela culinária, por seus restaurantes, por trazer para todas as pessoas um pouco da culinária de todos os países. Mas… e a culinária da própria cidade? A autora Rosa Belluzzo traz a culinária como complemento para contar a história da cidade e a formação da sociedade paulistana.

Ela mostra como a junção de temperos, a associação de ingredientes, o modo como os alimentos são preparados e, pasmem, até mesmo a utilização de alguns utensílios foi imprescindível para o marco de alguns alimentos e para que eles fossem (como são até hoje) fortemente associados à cidade e à região.

É um livro riquíssimo em história, em conteúdo, e que vale muito a pena ser lido. Não só por nós, paulistas, como por todos os brasileiros!!! Vale a pena saber mais sobre a nossa cultura e nossa história.

Infelizmente, o preço dele é bem salgado! Varia em torno de R$ 66,50 a R$ 70,00 *. Vai ter que esperar daqui um tempo. Mas com certeza vou tê-lo na minha estante!

Beijos e até quarta-feira que vem!

(* preços equivalentes às lojas virtuais Portal de Livros, Fnac, Submarino, Saraiva, Siciliano, Livraria Cultura e Livraria da Travessa, pesquisados no dia 23 de março de 2011)

Tabule

Tabule é uma salada libanesa super refrescante e deliciosa. Normalmente é consumido com folhas de alface. Rápida, fácil e saudável! Faça e me diga o que achou!

 

  • 4 tomates sem sementes, picados em cubinhos
  • 2 maços de cheiro verde picadinhos
  • 1 maço de hortelã picada (só as folhas)
  • 1 cebola picada
  • 1/2 xícara de trigo para quibe
  • suco de 3 limões
  • 1 colher sopa de azeite
  • sal e pimenta síria à gosto

Deixe o trigo de molho em água por meia hora. Escorra a água e aperte o trigo com as mãos para retirar o excesso.

Numa tigela grande misture todos os ingredientes. Leve à geladeira por meia hora antes de servir.

Eu servi com Mjadra (Arroz com Lentilha) e Charutos de Repolho.

Tabule

Bife à Milanesa

 

Inédito na coluna Aprendiz de Cozinheira!!

Super desafio MASTER!!

Bater um bife na tábua e fazer à milanesa.

Será que irei conseguir passar por esta provação carnívora devoradora primitiva? Carne crua e gema de ovo tudo junto?

Ui! Vamos lá! Antes que eu me arrependa.

É uma velha receita da minha mamãe, segundo ela não há nada mais fácil no mundo, até meu sobrinho de três anos faz, claro né! Não é o couro deles que está sendo batido na tábua.

Aliás, receita é sempre importante pra tudo nessa vida de aprendiz, e não só para aprendiz, mas esta consciência vai virar um post especial futuramente. Agora vamos ao desafio MASTER radical.

Primeiro passo: a tábua e o martelo

Gente, se lava a carne né? Sim, claro, isso eu já sabia (…)

Ai meu Deus, como será que era a cara desse boizinho quando vivo???!!!

Temperar a carne (no caso optei por contra filé) com alho (três dentes de alho para quatro bifes), sal, vinagre e pimenta do reino.

Gente!!! Tá sendo muito difícil pra mim mexer com carne…

Passado o sufoco, hora de fazer a “cobertura”.

Em um prato, bater um ovo como se fosse fazer omelete. Colocar uma pitada de sal para a massa ficar mais crocante (é a receita que tá dizendo).

Depois se mergulha o bife na gema e na clara batida para assim o mergulhar na farinha de rosca, sem dó, para ele ficar todo coberto que nem agente quando brinca de se enterrar na areia da praia.

Levar o bicho manso pra fritar na frigideira, em fogo baixo e com bastante óleo. Se frita o bife só com o óleo já bem quente. Não sei por que, mas na receita tá assim, então só digo amém e repasso a dica.

Dá medo total fritar os bifes, mas é legal quando se passa pelo desafio. O lance é frita-los até estes ficarem com cor de “mel”.

Acabouu!! Tá incrível e até bonito. Vou devorá-los com uma cervejinha.

Afinal, essa vai bem com tudo.

Poxa, foi divertido, mais foi tenso, apesar de que nem me lembro mais de me lembrar da cara do boi.

Patê de Berinjela

Receita deliciosa, rendeu vários elogios!

  • 1 berinjela grande cortada em rodelas
  • 1/2 litro de água
  • 100 ml de de vinagre claro
  • 1 dente de alho espremido
  • 1/2 xícara de chá de azeitonas pretas picadas
  • 1 colher de chá de sal
  • 100 ml de azeite
  • 2 colheres de orégano

Patê de Beringela

Patê de Beringela

Em uma panela grande, coloque a berinjela, a água e o vinagre e cozinhe em fogo alto por 15 minutos, mexendo de vez em quando. Retire do fogo, escorra a água e quando esfriar, esprema, para retirar o excesso de água.

No copo do liquidificador coloque a berinjela, o alho, as azeitonas, o sal, o azeite e o orégano (eu bati no mixer), e bata conforme seu gosto.

Sirva com torradas, biscoitos ou pães.

Receita Adaptada da Revista Sabores Ajinomoto

Manual de Sobrevivência do Anfitrião Inexperiente

E tem sempre aquele dia em que nós temos que ser anfitriões, não é? Seja pra um coquetel de negócios, ou para uma festa de aniversário, ou uma reunião de amigos íntimos, enfim… Não tem como escapar disso!

Eu (particularmente falando) não sei como ser uma boa anfitriã. Claro, sei recepcionar todos os meus amigos, dar atenção para todos e tudo mais. Porém, eu não sei organizar minuciosamente todos os detalhes: comida, decoração, ambiente… Sempre fica uma coisa a desejar! E isso é essencial para garantir o sucesso (ou o fracasso) de uma reunião!

E um dia, veio a calhar da Rafinha me mostrar um livro que me interessou MUITO!!!

“Manual de Sobrevivência do Anfitrião Inexperiente”

Celia Ribeiro

Muito interessada, fui pesquisar sobre ele e o folheei em uma livraria, em São Paulo! Apaixonei e aqui estou, indicando para todos vocês!!!

A autora (e jornalista) organizou nesse livro uma coleção de regras, direitos e deveres de quem é obrigado a receber convidados! Ou até mesmo para pessoas, assim como eu, que gosta organizar eventos, receber os amigos, mas não sabe como fazer isso direito!

Tudo muito bem explicado, com estilo e clareza, Celia nos apresenta como fazer um jantar a dois ou uma reunião de amigos, além de nos auxiliar na hora do desespero: sabe aquele desastre culinário que acontece justamente quando faltam cinco minutos para a campainha tocar? Então… Isso não é mais motivo para sentar e chorar!!!

E aí pode ter gente que vai me falar: mas eu não faço reuniões, eu não preciso desse livro! Quem é que nunca fez uma festa de aniversário para si mesmo, para um familiar (mãe, pai, filho(a)…)? E ceias de Natal/Reveillon? Quem é que nunca participou dos preparativos de uma ceia? E sempre chega uma hora que a tal reunião é na sua casa, e aí sim é que o bicho pega!

Como se não bastasse tudo isso, um grande lance é o fato da autora nos mostrar milagres que se pode fazer com sobras e quentinhas, sem que ninguém perceba o passado do seu prato! Não é o máximo?

Um dos livros que vale a pena ter na estante para te livrar daqueles pequenos apuros que todo mundo passa algumas vezes na vida.

O valor do livro vai de R$ 14,90 a R$ 18,00*, ou seja, dá pra adquirir tranquilo, não é caro! Folhear em uma livraria não foi o suficiente, vai ser um dos próximos a ser adquirido!!!

Espero que tenham gostado da dica!! E quarta-feira que vem estou por aqui.
Beijo!

(*os valores dos livros foram pesquisados nos sites das Lojas Americanas, Submarino, Livraria da Folha e Livraria Cultura, no dia 15 de março de 2011)

Macarrão Alho e Óleo

Olá pessoal todo!

Eu já estava com saudades de vocês, de cozinhar principalmente, espero que tenham curtido o feriado, o dia de hoje está lindo, estou muito bem humorada, logo super a fim de arrasar na comida.  Para esta coluna tenho uma novidade: hoje eu prepararei o almoço para minha mãe (sim, aquela que ligava de dez em dez minutos para saber se a casa não estava pegando fogo quando resolvi dar início as minhas artes culinárias). A mamãe me deu um voto de confiança e me jogou a responsabilidade de fazer o nosso “rango”.

Dando início a minha nova série de desafios gastronômicos, com vocês:

Macarrão Alho e Óleo.

Fácil?  Para mim é quase que como a primeira tentativa pra valer. Vamos fazer pra valer?

Em uma panela, ferva a água com um fio de óleo ou azeite para ajudar a massa a não ficar “unidos venceremos”. Acrescente um pouco de sal também.

Medida não é comigo e quero fugir delas, uma cozinheira com prática faz tudo de olho e com muita coragem e confiança. Partindo deste ponto, escolhi uma panela, enchi a mesma quase por completo, deixando apenas um espaço para minha própria segurança. A quantidade de macarrão para ser cozido será á que eu julgar compatível com a quantidade de água.

Assim que a água começar a ferver adicione o macarrão e mexa de vez em quando (para este cozinhar por um todo) até a massa ficar no ponto (nas minhas contas por volta de 15 minutos). Vide conteúdo final do texto.

Escorra a água e prepare-se para refogar o macarrão: Doure o alho no óleo e logo depois acrescente o macarrão, frite-o. Tomei a liberdade e fritei um pouco de salsicha junto com o alho e o óleo, antes de acrescentar o macarrão.

Algumas considerações finais e pedidos de conselhos públicos.

Eu particularmente achei o tempero muito bom, o gosto do alho fritinho na medida certa, sem queimar nada (vejam que loucura) como também um certo gostinho de óleo estavam super nítidos no macarrão, porém, minha mãe achou que faltou sal. Aí eu penso: Para mim o tempero tava ótimo e para ela faltou sal no cozimento. E ai? O que é mais importante? Sal? Ou o gosto do alho e do óleo? Os dois juntos? (Mas assim será que dá pra sentir algum sabor nítido?).

E outra coisa, mas isso já é fato e não especulação.

O macarrão tava tão molinho que quebrou na hora que fui refogá-lo. Para mim eu o deixei cozinhar demais, ao invés de 15 minutos, já nos 10 eu deveria ter desligado o fogo. Minha mãe acha que ele quebrou porque eu o mexi demais na hora do cozimento e de forma indelicada, sendo assim, não por excesso de cozimento.

Paralelamente a isso tudo o “rango” ficou bom e ganhei nota 7,5.

Ainda bem que a beleza dos pratos ainda não é pauta de avaliação aqui em casa. (risos)

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